Continuação.
O celular vibrou na minha mão e eu nem precisei olhar para saber quem era. Eu tinha enviado a mensagem minutos antes, curta, direta, sem margem para recuo.
Precisamos conversar. Cara a cara. Hoje.
A resposta veio quase imediata.
Finalmente resolveu aparecer.
Meu maxilar travou.
Claro que ele estava esperando.
O endereço veio em seguida: estacionamento antigo perto do porto. Escuro. Vazio. Discreto demais para ser coincidência.
Guardei o celular e desci do carro antes que Di