Continuação.
Entrei no galpão que servia de quartel-general para os Mendonça com o coração na boca. O som de algo sendo estraçalhado contra a parede ecoou pelo pé-direito alto.
— Onde ela está?! — O grito de Paulo veio do fundo da sala de monitoramento.
Quando cheguei à porta, o cenário era de guerra. Mesas viradas, telas de computador quebradas e Paulo, com os nós dos dedos ensanguentados, segurando um de nossos informantes pelo colarinho.
— Paulo, para! — gritei.
Ele travou. Lentame