Continuação.
A noite estava furiosa. O som da chuva batendo contra o vidro da suíte era como uma metralhadora, e os relâmpagos rasgavam o céu, iluminando o quarto em clarões azulados e fantasmagóricos. Eu estava deitado de costas, a mente em Maria e na guerra que me esperava no continente, mas meus sentidos estavam todos voltados para a mulher ao meu lado.
Senti o colchão vibrar. Lis estava encolhida, os ombros subindo a cada estrondo de trovão que sacudia as paredes da mansão.
— Você tem