A manhã de quarta-feira trouxe uma trégua hesitante na chuva que castigara a cidade por dias, mas o céu permanecia cinzento, as nuvens pesadas pairando como um reflexo do turbilhão interno de Elena Carter. O sonho com Livia – "Ele vive por mim" – ecoava em sua mente como um tamborilar incessante, misturando-se ao peso do desenho de Victor, da anotação "Perdoe-me, eternamente," e da fúria dele ao pegá-la no escritório. O trigésimo andar da Blackwood Enterprises estava silencioso quando ela chego