Continuação.
– Pode me deixar em paz, por favor.
O olhar de Pablo estava puro veneno. Agora sim fazia sentido aquele vulgo dele… “Boladão”. O homem parecia carregado por uma entidade de raiva.
– Melinda, bora. – Ele puxou meu braço.
– Oxi, me solta. – arranquei meu braço de volta.
– A gente vai conversar, morô.
Olhei ao redor. E cadê o Thomas? A bicha some nos piores momentos.
– Eu tenho namorado. E eu vou casar. – falei firme, e Pablo começou a rir na minha cara.
– Não achei graça. Agora me so