Alerrandro sorriu, inclinando-se para frente. Com delicadeza, segurou o queixo dela e a beijou. Sua língua deslizou pela dela com lentidão, como se saboreasse cada segundo daquele momento.
Milena jamais imaginou que viveria algo tão intenso. Sempre achou que paixões assim não eram para ela.
Alerrandro, com seu jeito reservado e olhar enigmático, escondia um desejo ardente. Enquanto seus lábios ainda se encontravam, sua mão explorava com ousadia, acariciando os seios dela por dentro da blusa, alheio ao fato de estarem em seu próprio escritório.
Ele interrompeu o beijo por um instante, os olhos cravados nos dela, a voz baixa e provocante:
— Já fez amor em um escritório?
— Eu Nunca fiz... — ela respondeu, quase sem fôlego.
O sorriso dele se alargou antes de puxá-la de volta para um beijo ainda mais profundo, suas línguas se entrelaçando em um ritmo quente e envolvente. Milena sentiu a mão dele deslizar por suas costas até encontrar o contorno do seu corpo, apertando de leve seu quadril p