Victor ainda estava ali, imóvel, sentado na poltrona de couro escuro no lounge do café da empresa. O ambiente, embora elegante e silencioso, parecia pulsar com a tensão que vinha do corredor. As luzes pendentes lançavam sombras suaves sobre seu rosto, mas não conseguiam esconder o cansaço em seus olhos. Ele mantinha o laptop aberto, mas já não digitava. Os dedos pairavam sobre o teclado, imóveis, como se o tempo tivesse congelado.
Seus olhos, no entanto, estavam vivos, atentos à porta de Alerra