Eram 8h da manhã. A luz do sol atravessava as janelas amplas do apartamento de Alerrandro, banhando o ambiente com um brilho dourado e suave. O som distante da cidade começava a se intensificar, mas ali dentro, tudo parecia suspenso no tempo.
No quarto, Alerrandro ajustava a gravata diante do espelho. O terno escuro caía perfeitamente sobre seus ombros largos, e o perfume amadeirado que usava preenchia o ar. Seus olhos, refletidos no espelho, estavam sérios, mas havia algo mais ali, uma inquie