A porta do pronto-socorro se abriu com um empurrão decidido de Sérgio, que entrou carregando Abigail nos braços, o rosto tenso e o coração disparado. Ela gemia baixinho, a respiração entrecortada pela dor e pelo pânico.
— Alguém, por favor! — ele gritou, a voz ecoando pelo corredor branco e frio.
Imediatamente, dois enfermeiros surgiram empurrando uma maca. Abigail foi colocada com cuidado e levada pelos corredores, enquanto Sérgio seguia ao lado, segurando firme a mão dela. Com a outra, tentav