Luara
Depois de assar o peixe conversando com o Tato, comemos juntos — arroz, uma salada simples e o peixe bem temperado. Continuamos tomando vinho. Eu tinha levado três garrafas, mas o papo com ele tá tão bom que já estamos na terceira. Estou deitada na rede, ele sentado no chão.
Ele é um cara muito maneiro. Raramente me identifico com alguém assim. Nunca fomos próximos, mas a conversa flui de um jeito tão leve que parece que já nos conhecíamos antes.
É doido isso. Mas eu tô curtindo.
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