Entre o que calamos e o que sentimos...
Brianna Sins
Ele ainda me segurava quando o silêncio caiu sobre nós. Não era vazio. Era pesado. Cheio demais.
O quarto estava iluminado apenas pela luz suave do abajur, que desenhava sombras nas paredes e no corpo dele. Meu rosto ainda estava enterrado em seu peito, sentindo o ritmo do coração dele,acelerado, forte, denunciando o quanto aquela decisão tinha custado.
Eu permaneci ali por alguns segundos, tentando organizar os pensamentos que pareciam se atropelar dentro de mim.
Ele me amava.