Uma irmã...
Emir
Quando deixei a casa de Ares, minhas mãos estavam firmes no volante, mas meu coração não estava. A cidade passava diante de mim como um borrão de luzes e minaretes iluminados. A noite em Istambul sempre teve algo de poético. Algo que mistura fé, perda e eternidade.
Mas naquela noite, tudo o que eu via era um rosto.
Não.O rosto.Brianna.
O nome ainda ecoava na minha mente.
Brianna.
Eu repeti mentalmente, como se isso pudesse mudar o que meus olhos tinham visto.
Ela não podia ser.Não f