O limite que desejamos...
Brianna Sins
Ele me puxou pela mão com delicadeza, mas havia firmeza naquele gesto. Não era pressa. Era decisão.
A cama estava ali, silenciosa, esperando, como se soubesse que seria testemunha de algo importante, não apenas de corpos, mas de escolhas.
Quando minhas pernas tocaram o colchão e eu me sentei, ele permaneceu em pé por alguns segundos, me observando como se quisesse ter certeza de que eu estava ali por vontade própria. Os olhos dele desceram lentamente pelo meu corpo, não com fome br