Uma hora (II)

Ele riu. Mas dava para perceber o nervosismo:

— Você confia demais.

— Não — corrigi. — Eu conheço demais.

— Desde quando passou a lutar sem armas de verdade?

— Desde que você me deu a arma mais poderosa: a filha de Débora.

— Você não ousaria meter a imprensa na sua vida pessoal.

— Realmente detesto isso. Mas entre dar um tiro na sua cabeça e não

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