Trabalho, armas e carros (II)

— Posso entrar? — Perguntei antes, não querendo impor minha presença.

Ela olhou para os lados, vigilante, e depois disse, suspirando:

— Entre. Eu não deveria falar com você, mas não consigo. — Sorriu.

Sentei na cama dela. O quarto era simples, mas aconchegante, diferente do resto da casa. E eu entendia o motivo. É que ali havia vida. Vida que emanava dela.

— Sinto muito se lhe causei problemas &

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