As horas custavam passar, o relógio parecia estar quebrado e Beatriz estava angustiada a cada segundo de espera. Algumas horas depois, ja proximo do amanhecer, Antony apareceu rastejando, se encostando nas paredes:
— Antony, o que aconteceu? Está bêbado?
— Be-a-triz! Ele mal conseguia formular uma palavra de tão bêbado que estava.
— Querido, venha . Vou te colocar para dormir.
— Não! Ele gritou.
— Vamos, você precisa descansar.
— Não! Não quero que me to-quee.
— O quê?
— Tudo isso é cul-cul-