A manhã chegou fria em Durang. Eliara vestiu a túnica simples que lhe deram e penteou os cabelos com a calma de quem não devia mais nada a ninguém. Havia decidido. Valkar não teria mais suas reações. Nem dor. Nem raiva. Nem nada. Apenas indiferença — ainda que, por dentro, o medo lhe apertasse o peito como uma garra invisível.
Desceu para o salão, onde Maekor tomava o desjejum. Sorriu suavemente para o menino.
— Dormiu bem, meu pequeno? — perguntou com ternura.
— Muito! Tive um sonho com d