O salão ficou em silêncio por um segundo após as palavras do rei.
"Não se iluda, escrava. Você não passa de um corpo barato."
E então... o som abafado dos risos. Não gargalhadas escancaradas — eram risos curtos, sussurrados, venenosos. Como farpas escondidas sob a pele.
Um dos servos abaixou a cabeça para esconder o sorriso. Outro ergueu a sobrancelha para Kora, que observava tudo com um ar de escárnio satisfeito.
Eliara não conseguia respirar. O prato nas mãos tremeu e por pouco não escorregou