Os sinos repicavam incessantemente pelas torres do castelo, como se quisessem anunciar ao mundo que Durang vivia um dia que seria lembrado por gerações. Pelas janelas e varandas, via-se o povo reunido nas praças, esperando ouvir as palavras que uniriam rei e rainha. No grande salão, cada detalhe brilhava: tapeçarias vermelhas e douradas cobriam as paredes, flores brancas e rubras se espalhavam em vasos de prata, e o som dos alaúdes preenchia o espaço com uma melodia sagrada.
As portas se ab