capítulo 28 – olhos de fogo

A ala em que Eliara foi colocada parecia um túmulo.

As paredes de pedra absorviam o som. Nem os gritos das crianças no pátio distante chegavam até ali. Apenas o bater do vento nas janelas altas e a respiração de uma loba inquieta dentro do peito.

O frio era constante. Não o frio do clima — mas o outro, aquele que nasce do abandono.

Eliara vestia um manto simples, nada lembrando a concubina que um dia fora desejada, nem a mulher que Valkar beijara com desespero entre os lençóis.

Agora, era apena
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