Narrado por Giovani Ferreti
Cheguei em casa com o corpo cansado, mas um sorriso pendurado no canto da boca. A madrugada ainda grudava na pele como perfume barato, mas meu humor estava leve. Pela primeira vez em dias, me sentia... satisfeito.
Subi os primeiros degraus da escada quando ouvi o salto familiar bater no mármore. Irina. Sempre com aquele ar de soberania silenciosa, como se carregasse o mundo nos ombros — e exigisse que todos agradecessem por isso.
— Onde você estava, Giovani? — ela pe