Começo a despertar com uma leve carícia no rosto. A mão é macia e exala um perfume de lavanda — o mesmo aroma que senti ontem, antes de dormir. Me mexo um pouco; a mão se afasta rápido, com medo de me acordar, mas já é tarde demais.
Meus olhos se abrem aos poucos, ofuscados pela claridade suave que entra pela janela. Demoro alguns instantes para me acostumar com a vista; quando finalmente me adapto, dou de cara com ela — minha versão mais velha. Aqueles traços já me eram vagamente familiares: h