— Sem moralismos. Você é minha esposa. Se entregue, não lute, vai sofrer menos.
Seus lábios mordiscam meu pescoço, suas mãos erguem minha perna. Sinto o cume alto na minha barriga enquanto ele passa a mão por ela. Luto contra o desejo intenso explodindo dentro de mim. Solto o ar vagarosamente, buscando por calma. E ergo seu rosto:
—Eu quero que use preservativo.
—Como? —ele ri e volta me beijar.
Tenho que continuar no controle desta situação, mas seus lábios raspando meu pescoço e suas mãos ape