Quando os dois uniram as mãos ensanguentadas no centro do círculo, o mundo pareceu parar.
O sangue de Aurora — espesso, escuro, pulsante como tinta viva — escorreu lentamente pelo pulso dela, misturando-se ao de Darius, que era mais claro, avermelhado como brasas recém-acesas. Ao se encontrarem, o líquido borbulhou, soltando uma fumaça prateada que subiu no ar como um feitiço antigo despertando de um sono profundo.
O chão sob seus pés tremeu. Não uma vibração comum, mas um estremecer antigo, co