Na sala de conselhos, Aurora andava de um lado para o outro. Os livros roubados do altar profano estavam abertos sobre a mesa de pedra. Darius observava em silêncio, os braços cruzados, os olhos fixos na página marcada com sangue seco. O nome “Elena” parecia pulsar como uma maldição viva.
— Isso não foi apenas um laço forjado — ela disse, furiosa. — Foi uma prisão. Você estava enfeitiçado desde o início. E mesmo assim… te vi lutar contra isso. Amar apesar disso.
Darius se aproximou por trás, po