A floresta estava viva. Galhos se retorciam como serpentes antigas, e a névoa dançava entre as árvores feito véus de um ritual proibido. Darius, agora em forma humana, avançava com dificuldade. Cada passo doía como se a terra o testasse.
Mas ele sentia. Sentia ela.
O cheiro de Aurora estava por toda parte — um aroma agridoce, mistura de flor e sangue. O sangue que ele conhecia melhor que o próprio.
Ele emergiu na clareira e... parou.
Aurora estava ali. No trono de raízes, cercada pelos membros