Luan se levantou também, fazendo o papel de pacificador, como sempre.
— A gente resolve, mano. Sempre resolve.
Eu só balancei a cabeça, sem conseguir responder. Minha mente já estava do outro lado da rua, no quarto da coelhinha.
Olhei para Luan e Patrick, coloquei a mão no ombro dos dois, sorri.
— A gente resolve sim. Preciso ir.
Patrick ficou sério de novo, a garrafa de cerveja suspensa no ar.
— Pra onde você vai? — Luan perguntou, esfregando a nuca.
— Preciso ir lá na Bru