Quando as ondas de prazer finalmente a deixaram, ela ficou ofegante e molhada contra meu peito. Depois de um longo minuto, ela ergueu o rosto. Os olhos estavam vidrados, mas limpos de qualquer dúvida.
— Isso é tão… errado, Caio — ela murmurou, mas o sorriso que acompanhou as palavras era safado e convidativo.
— E você adora — afirmei, roçando a ponta do meu nariz no dela.
— Eu não devia, mas vocês, os Silva, conseguem fazer eu ser… e sentir… como uma verdadeira safada. — ela admitiu, sua mão de