Patrick Silva Rocha
— Porra! — gritei, socando a parede da sala.
A parede tremeu e uma dor quente explodiu na minha mão. Mas era nada perto da dúvida que o Caio tinha deixado no ar.
Luan, que estava ao meu lado, não se assustou. Só suspirou.
— Para com isso, irmão. Quebrar a mão não vai resolver.
Eu alisei meu punho, que sangrava um pouco, e falei, com os dentes apertados:
— Se o Caio tiver mentido, eu mato ele. Juro por Deus.
Luan encarou a parede, onde eu tinha deixado a marca dos meus