Capítulo 44: Bagunça

Assim que cheguei ao portão de casa, parei, passei a mão no rosto e respirei fundo, me preparando para o que vinha a seguir. Eles devem achar que eu trepei com a coelhinha. Abri finalmente o portão, passei pelo jardim silencioso e, quando entrei na casa, Patrick me segurou pela gola da camisa, me chamando de desgraçado e perguntando se eu comi ela.

A expressão dele era um misto de fúria e desespero. Os olhos, vermelhos de provável noite mal dormida, me perfuravam. Luan estava encostado na porta
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