O povo ainda conversava sem parar – eu realmente não sei de onde surgia tanto assunto. Enquanto isso, Bruna e Rebeca se esfaqueavam com os olhos. Era um duelo de olhares que poderia incendiar a toalha da mesa.
Em um certo momento, Rebeca se levantou com um sorriso de superioridade e foi para dentro da casa.
Meu coração acelerou. Precisava cortar o mal pela raiz. Enquanto fingia prestar atenção na conversa entediante, peguei o celular discretamente e mandei uma mensagem rápida para o Caio: