Apertei a mão de Bruna com força, um sinal claro para ela parar. A última coisa que a gente precisava era de uma cena.
— Amor, deixa pra lá — sussurrei, puxando ela de volta para a realidade. E, em voz alta, tentando desviar a atenção de todo mundo, falei: — Pessoal, mas esse bolo tá muito bom, hein? Posso pegar mais um pedaço?
A tia da Bruna caiu na minha armadilha imediatamente.
— Claro que sim, querido! — disse, se levantando com um sorriso. — Eu vou pegar um pedaço pra você. E tem mai