O quarto seguro pareceu pequeno demais para tanto medo, com as paredes grossas que deveriam proteger agora parecendo apenas uma barreira frágil contra o que se aproximava do lado de fora.
Caio chorava sem parar, com o corpo pequeno tremendo inteiro, com as mãos agarradas na camisa da mãe como se pudesse se fundir a ela e desaparecer no tecido.
— Mamãe… — repetiu ele, com a voz falhando.
Ayla suava frio, com o rosto pálido e brilhante sob a luz fraca, com os dentes cerrados tentando suportar cad