Sierra e Caio voltaram ao hospital no dia seguinte. O sol da tarde batia forte nas janelas altas, mas dentro dos corredores o ar era frio, cheirava a desinfetante e a algo que não tinha nome. Eles subiram direto para a ala psiquiátrica, sem esperar permissão de ninguém. Caio mostrou o nome Demirkan na recepção e a porta se abriu sem perguntas.
Uma enfermeira os guiou até o corredor reservado. Pararam na entrada de uma sala comum, onde pacientes sentavam em cadeiras plásticas ou andavam devagar.