O restaurante continuava funcionando ao nosso redor como se nada tivesse acontecido. Os talheres tilintavam, os garçons continuavam a andar de um lado para o outro. As conversas fluíam.
Mas, para mim, tudo havia parado.
Benjamin ainda se balançava levemente contra o meu peito, os dedos enterrados no tecido da minha roupa. A respiração curta. Irregular.
Passei a mão em seus cabelos, devagar, contando mentalmente cada movimento.
— Está tudo bem… — murmurei, mais para mim do que para ele. — Já pas