Cael Sterling.
A cabine volta ao silêncio habitual do voo, quebrado apenas pela respiração pesada da garota de Toronto que, agora, parece ter esquecido completamente que o avião está no ar.
Retiro meus dedos lentamente de dentro dela, apreciando o som úmido que o movimento faz, e observo as feições relaxadas de Hannah. Ela mantém os olhos fechados, mas não por medo - o rosto está corado, os lábios entreabertos e a expressão é de pura exaustão sensorial.
Com toda a calma do mundo, levo a mão a