Cael Sterling Porra, eu não sei em que abismo mental eu estava para me prestar a um papel tão ridículo. Patético, na verdade. O desespero faz a gente tomar decisões que a razão nunca assinaria em sã consciência, mas... o que caralhos eu acabei de fazer? Abordar uma desconhecida no estacionamento do trabalho dela, no meio da noite, para propor que ela seja a babá do meu filho. Se alguém me contasse uma merda dessas, eu diria que era um roteiro péssimo de comédia romântica barata. E, ainda assim, essa não foi a pior parte do meu dia. A forma como aquela garota me encarou, me desafiando sem piscar, não lembrava em nada a mulher de poucas horas atrás. A mesma que se abaixou para falar com o Theo na altura dos olhos, que teve paciência para ouvir as histórias desconexas dele e que, em cinco minutos, arrancou do meu filho um sorriso que eu não via há dias. Que inferno. Ela foi insolente, afiada, quase agressiva comigo. Mas tinha sido doce com o Theo. Duas versões completam
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