DANTE VELASQUEZ
A chuva fina de Seattle batia contra as janelas da mansão, um som familiar que geralmente me trazia paz, mas hoje parecia apenas monótono comparado a vida que corre em Nova York.
Assim que entramos em casa, Luna largou a mala e correu para a cozinha.
— Alfredo! Alfredo!
O velho mordomo apareceu, secando as mãos num pano de prato, com um sorriso caloroso no rosto enrugado.
— Senhorita Luna! Sr. Dante! Bem-vindos de volta. A casa estava muito quieta sem vocês.
— Alfredo, voc