ARIEL MACEY
Levei as mãos ao pulso dele, não para lutar, mas para trazê-lo de volta à razão. Meus dedos tocaram a pele quente dele com firmeza.
— Henrico... — sussurrei, com a voz arranhada. — Solta. Agora.
Os olhos dele, turvos de ciúmes e medo, focaram nos meus. Ele piscou, como se acordasse de um transe, e percebeu o que estava fazendo. Ele me soltou imediatamente, recuando dois passos.
Ele passou a mão pelo rosto com força, bagunçando o cabelo, e soltou um suspiro longo e pesado.
— Dio