ARIEL MACEY
Eu ainda estava flutuando. Minhas pernas pareciam gelatina, meu cérebro estava enevoado por endorfinas, mas uma coisa estava clara: eu precisava sentir a pele dele na minha.
As mãos e boca de Henrico tinham sido mágicas, mas agora eu queria o peso dele. Eu queria a força.
Meus dedos se atrapalharam com os botões da camisa dele.
— Por que tantos botões? — reclamei, rindo nervosamente enquanto um botão teimoso se recusava a sair da casa. — Vocês italianos e essa obsessão por alfai