Segurei a mão da Lívia com mais força do que o necessário enquanto caminhávamos até a sala. Não porque ela precisasse, mas porque eu precisava. Meu corpo inteiro entrou em alerta no instante em que ouvi o nome dela.
Verônica.
Ela estava sentada no sofá como se fosse dona do lugar. Elegante demais pra uma manhã comum, sorriso calculado, postura impecável. Quando nos viu, se levantou rápido demais.
— Meu amor… — ela abriu os braços.
Lívia soltou minha mão sem hesitar e correu até ela.
Verônica a