Acordei sentindo um peso gostoso sobre mim. Abri os olhos devagar e encontrei Alana praticamente deitada no meu peito, o braço dela jogado por cima de mim como se fosse dono do território. Sorri sozinho, lembrando da noite anterior. Passei a mão nos cabelos dela, devagar, como quem teme estragar algo sagrado.
— Hmm… que gostoso — ela murmurou, com aquela voz rouca de sono.
— Eu sou, eu sei — respondi, convencido de propósito.
Ela riu.
— Eu tava falando do carinho, mas tudo bem.
Se deitou ao meu