— Entre! — Isabella falou ao apoiar o braço na mesa e fingir tranquilidade.
A maçaneta girou devagar e então, Céline entrou.
— Por que não atende o celular? — A atitude hostil se manifestou em sua pergunta.
— Ah, você ligou, — olhou para tela do telefone móvel em uma atitude displicente. — Eu estava tão ocupada com esses documentos que não vi suas ligações. — Ao mentir, ela indicou os papéis sobre a mesa.
Um cheiro diferente pairava no ar daquela sala. Céline analisou o visual desgrenhad