Ao se aproximar, Enrico viu a porta da cabana encostada. A luz lá dentro era fraca, mas claramente havia movimento. Ele parou na entrada, bateu duas vezes com os nós dos dedos e anunciou, com seu tom habitual de provocação:
-Se eu for um assassino, você acabou de cometer o maior erro da sua vida deixando a porta aberta. Só para constar.
Do outro lado da porta, Aurora congelou, mas logo reconheceu a voz. Revirando os olhos, ela abriu a porta de supetão, encontrando Enrico ensopado, com um sorris