— Pobre homem. — Tive pena.
Que mal gosto ele tinha para mulher.
— Eu não gosto dela. — Ele se defendeu com irritação, antes de me encarar com escárnio. — E mesmo que eu improvavelmente gostasse dela, uma vítima que se apaixonou e casou com o seu sequestrador não tem direito nenhum de me julgar. — Senti a sua indireta.
— Filho da mãe. — Xinguei.
— Hipócrita. — Ele rebateu.
— Otário. — Devolvi irritada.
— Falou a dona da síndrome de Estocolmo. — Disse na cara de pau.
Ah, mas ele ia ver um