Celma acenou para mim como se concordasse com minhas palavras.
— Eu sei, senhora. — Ela me respondeu obedientemente, com os ombros encolhidos. — Sei que a senhora é muito generosa.
— Não me chame de senhora. O meu nome é Luísa. — Lhe disse com reclamação fingida. — E sim, como disse, sou muito generosa com meus amigos. — Voltei a frisar o fato agora em um tom um pouco mais obscuro, em um aviso. — Especialmente amigos que me são leais ou que têm no mínimo algum senso de vergonha, mesmo que po