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— Coma, Luísa — ordenou, me olhando de olhos semicerrados, sentado distante da cama. Sabia que ele ainda estava puto da vida comigo por ter caído dentro da maldita piscina.
— Mas... — tentei relutar em vão.
— Sem mais. Coma logo essa porra antes que eu mesmo enfie essa sopa pela sua garganta — disse, me interrompendo antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa. E eu não duvidava que ele pudesse mesmo cumprir sua ameaça contra mim, não ao vê-lo me olhar tão sério e ainda irritado. Então, a