POV: SORAYA
— Você se acha arrogante demais e convencido? — disparei, a voz saindo cortante, mas no segundo seguinte já virou um gemido alto e ridículo quando os dedos dele prenderam o bico do meu seio esquerdo, já dolorido e inchado de tanto que ele tinha brincado antes. Ele não soltou. Pelo contrário: apertou mais, rodou devagar entre o polegar e o indicador, mantendo a pressão constante, firme, quase cruel.
— Porra… — Minha coluna arqueou sozinha, peitos empinando contra a mão dele, quadril