POV: SORAYA
Enquanto terminava a frase, ele se inclinou mais, o peito largo esmagando o meu, e a mão que ainda segurava o tecido rasgado puxou de vez. O resto do decote se abriu com um som seco e definitivo, deixando meus seios completamente nus, expostos, os bicos duros apontando direto para ele como se estivessem implorando atenção. O ar frio bateu na pele quente e eu arrepiei inteira.
Seus olhos púrpura escureceram de vez, aquele tom violeta profundo que só aparecia quando ele estava a um passo de perder o controle. Ele não falou nada, só olhou, faminto, antes de cobrir meu seio esquerdo com a palma enorme. A mão dele era tão grande que engolia o volume inteiro, os dedos longos se abrindo, tilintando de leve contra a pele sensível antes de se fecharem possessivamente, apertando com força exata. Eu prendi o ar de uma vez, arqueando as costas sem nem pensar, empurrando o peito contra a mão dele, esfregando o bico duro na curva quente da palma.
Samael apertou mais meus pulsos lá em ci