Burburinho... Meu ouvido dolorido captava vozes desconexas, pessoas falando com um tom animado, outras ordenando preparar algo e passos apressados batiam no chão. Minhas pálpebras pesadas se abriram lentamente, acostumando-se com a luz alaranjada do ambiente, logo reconheci que era meu quarto. A luz vinha da lareira e de algumas velas iluminando todo o local.
A porta foi aberta e uma pessoa entrou, mas saiu em seguida correndo eufórica, falando alto.
– Ela acordou! Ela acordou! – Clara dizia pa